[MODELO] Reparação por Danos Morais – Seqüestro Virtual e Recusa de Ação Policial
AO DOUTO JUÍZO DE DIREITO DA 00º VARA DA COMARCA DE CIDADE/UF
AÇÃO DE REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS
Em face do TAL, com endereço na Rua TAL – Bairro TAL – CIDADE/UF – CEP: 000000, pelos seguintes fatos, fundamentos e razões de direito:
DOS FATOS
Em DIA/MÊS/ANO a autora teve seu veículo roubado, com sua documentação de identificação, entre eles, Identidade e CPF, tendo sido a vítima seu filho, conforme BO n° 000000.
O veículo foi recuperado em Rua TAL n°. 00 sala 00 – Bairro TAL – Cidade/UF sendo que sua documentação não foi encontrada.
Em DIA/MÊS/ANO, a filha da autora fez uma viagem para, tendo sido levada ao aeroporto pelo seu irmão, também filho da autora.
Nesta mesta data, a autora recebeu uma ligação de uma pessoa identificando-se como funcionária da uma financeira de TAL, ficando registrado em sua bina o n° 00000. A suposta funcionária estava ligando para confirmar se ela estava realmente comprando passagens aérea no valor aproximado de R$ 000 (reais) no shopping TAL, em TAL, uma vez que no dia anterior havia comprado de um veículo 0 Km (TAL) (que na verdade não comprou) e queria confirmar a compra, pois a operação estava fugindo um pouco de seu perfil de compras.
Neste momento a autora entrou em pânico, pois em sua mente passava que seus filhos haviam sido seqüestrados e que os seqüestradores estariam comprando uma passagem érea, visto que seus filhos estavam, coincidentemente, indo para o aeroporto naquele momento, conforme citado anteriormente.
Com medo de ter sido realmente um seqüestro, retrucou com a funcionária, pensando que era ela quem era a sequestradora, e dizendo que não iria confirmar nenhum dado e que queria falar com seus filhos, para saber se estava tudo bem com os mesmos.
Sendo assim, a funcionária disse que não estava com os filhos e que havia uma pessoa fazendo uma compra na loja ré com todos os seus documentos, se passando pela autora, fornecendo em seguida n° do telefone da ré (00000).
A autora, em posse do n° de telefone, resolveu ligar para a ré, falando com o funcionário FULANO, que lhe disse que havia uma senhora em posse de documento de identidade, CPF e comprovante de residência, constando o nome da autora, estando acompanhada de dois homens e uma crianças. Disse que a senhora estava tentando comprar uma passagem para TAL desde as 00:00h até 00:00.
Sendo assim, a autora, abalada com a situação, informou para a ré que se tratava de uma assaltante, pedindo para ligar para a polícia, tendo em vista que estes documentos foram roubados juntamente com seu veículo há um tempo atrás.
Ocorre que, POR MAIS ABSURDO QUE POSSA PARECER, a ré se recusou a ligar para a polícia dizendo que a polícia iria causar transtornos a imagem da loja, mesmo tendo diversos indícios apontando para uma suposta estelionatária.
A ré informou ainda que a senhora havia se aborrecido pela demora em aprovar o crédito e que iria embora e retornaria no próximo dia e que lhe fornecera um telefone para contato, n° 000000, tendo a ré ligado para o telefone e sendo atendido por uma pessoa que se dizia sobrinho da senhora e que não saberia informar o local de trabalho da mesma e informando o endereço: Rua TAL n°. 00 sala 00 – Bairro TAL – Cidade/UF, exatamente o mesmo endereço constante na conta de luz apresentada pela senhora.
DO DIREITO
DOS PEDIDOS
A autora pretende Provar o alegado por todos os meios de provas em direito admitidas, sem exclusão de nenhuma, em especial pela juntada de documentos e depoimento das partes, caso seja necessário
Diante de todo o exposto, requer a V.Ex.ª o seguinte:
1) A citação da Ré, na pessoa de seu representante legal, para que compareça a audiência de Conciliação, Instrução e Julgamento a ser designada por este D. Juízo, para nela, se quiser, oferecer resposta ciente de que a sua ausência implicará na pena de revelia e confissão;
2) Pagamento de indenização pelo dano moral causado a Autora, no valor correspondente a 00 (NÚMERO) salários mínimos
3) A procedência da ação, com a condenação da Ré nas custas judiciais e honorários advocatícios, fixados na base de 20% sobre o valor total da condenação devidamente atualizado
Dá-se à presente o valor de R$ 000 (REAIS).
Pede Deferimento.
ADVOGADO
OAB Nº